domingo, 13 de fevereiro de 2011

Amo-te.

Espalho as tuas palavras no meu pensamento
Ainda que memórias, padecendo
Escrevo o teu nome nas histórias do meu passado
Lembro-me de ti, como um dia relembrado
A saudade do teu cheiro, do teu carinho
O que não morreu pelo mesmo caminho
O teu beijo na face, o teu olhar perdido
Mas nunca esquecido
O sonho tornado realidade, mas nunca a verdade
Ainda te quero e sinto, ainda te desejo
Num simples cruzar, ainda tremo
Finjo que não te vejo, com a esperança
De um dia te esquecer
Choro nostalgia e volto a nascer
Porque um dia, sei que te vou perder
Fala-me de contos
Falar-te-ei de momentos
Como me sinto esquecida
Amo-te, não um dia
Mas o resto da minha vida.

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