Ainda penso em ti
Mas penso apenas em mim
Fugida do que seria uma história
Mais uma história de encantar
De onde nada poderia aparecer
Ou simplesmente novamente
Poder-se-ia afogar
Ainda gostava de te abraçar
Sentada, num recanto
Onde sobre estrelas num manto
Te poderia voltar a olhar
Mas tudo seria miragem
De uma imagem, que há muito partiu
De uma lembrança guardada
Algo desapareceu
Ficando quase nada
Ainda penso em ti
No que podíamos ser
Mas nada mais existe
Não sabendo o que és
Sabendo o que sou
Nada mais posso fazer
Acreditei um dia
Que tudo podia acontecer
Hoje, despeço-me, guardo em mim
O teu rosto no meu mundo
Longe estarei de te esquecer
Lembrar-me-ei…até morrer.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Nada Voltará.
Num mundo perdido
Ficaria eu sem sentido
Ao ver-te?
Se são vozes que me seguem
E sentimentos que me perseguem
Não sei o que espero ou procuro
Sei hoje ao que me seguro
Na tentação concentrada
Numa brisa que vale nada
Largo-me do que nada foi
Quando pensava eu ser tudo
Quero comigo a nostalgia
Uma fonte de alegria
Talvez nunca veio
Nem nunca viria.
Ficaria eu sem sentido
Ao ver-te?
Se são vozes que me seguem
E sentimentos que me perseguem
Não sei o que espero ou procuro
Sei hoje ao que me seguro
Na tentação concentrada
Numa brisa que vale nada
Largo-me do que nada foi
Quando pensava eu ser tudo
Quero comigo a nostalgia
Uma fonte de alegria
Talvez nunca veio
Nem nunca viria.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Adeus.
Nada mais posso dizer, do que fizeste desaparecer
Continuei a sonhar alto,
Sempre pensei que o amor não medisse tempo
Nem vontade
Sempre imaginei que tudo fosse realidade
Agora começo a entender
Começo a perceber o que nunca quis ver
Despedidas, nunca
Mas para mim o que foi
Nunca mais voltará a ser
Quebraste a corrente que me unia
A longa estrada que caminhei, e não queria
Adeus
Talvez…até um dia.
Continuei a sonhar alto,
Sempre pensei que o amor não medisse tempo
Nem vontade
Sempre imaginei que tudo fosse realidade
Agora começo a entender
Começo a perceber o que nunca quis ver
Despedidas, nunca
Mas para mim o que foi
Nunca mais voltará a ser
Quebraste a corrente que me unia
A longa estrada que caminhei, e não queria
Adeus
Talvez…até um dia.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Sou e Serei.
Sentimento imenso que devasta em mim
Longe estarei de me sentir assim
Uma força imune ás portas mais chegadas
Outrora fim do mundo, hoje chamadas
Lanço aquilo que mais me queima
Fico-me pelo sol e pela nuvem passageira
Troco nada pela liberdade, pela constante lealdade
Mas sopro vento que me bate na face
Recuso o que perdi, o que um dia esqueci
Finjo desapego, sei o que espero
Porque me afasto, me junto ou alcanço?
Aperta-me o coração de me ferir comigo mesma
Mas o que a razão escolhe nem sempre ao sentimento pertence
O que sinto e faço, nem sempre a razão conhece
Ligar-me aos fios do mais distante que posso encontrar
Sonhar e acordar, com o mesmo sonho
A mesma forma de pensar
Quero manter aquilo que um dia realizei
Aquilo que um dia me lembrei
Aquilo que sou, sempre serei.
Longe estarei de me sentir assim
Uma força imune ás portas mais chegadas
Outrora fim do mundo, hoje chamadas
Lanço aquilo que mais me queima
Fico-me pelo sol e pela nuvem passageira
Troco nada pela liberdade, pela constante lealdade
Mas sopro vento que me bate na face
Recuso o que perdi, o que um dia esqueci
Finjo desapego, sei o que espero
Porque me afasto, me junto ou alcanço?
Aperta-me o coração de me ferir comigo mesma
Mas o que a razão escolhe nem sempre ao sentimento pertence
O que sinto e faço, nem sempre a razão conhece
Ligar-me aos fios do mais distante que posso encontrar
Sonhar e acordar, com o mesmo sonho
A mesma forma de pensar
Quero manter aquilo que um dia realizei
Aquilo que um dia me lembrei
Aquilo que sou, sempre serei.
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