Manhã seca e solarenga
Abro a janela do quarto
Olho no mais profundo
O meu distante sonho
Alguma vez procurado
Faço-me acompanhar
De perfeitos pensamentos
Esses tão únicos
Tão esperados, cheios de sentimentos
Talvez hoje ou noutro dia
Novamente alguém me sorria
Venho esperar por esse Sol
Como um brilho de outro dia
Nasço e renasço
Cada noite e cada madrugada
Serei tão esperada?
Fogem-me os pensamentos
De vez, sem tormentos
Hoje sei o que quero
Solto o meu coração
Pois nunca o fiz em vão
O que sinto assim o farei
Sem razão
Ou explicação.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Palavras.
Palavras?
São em vão
Frias … sem perdão.
Voam com o vento
Esse sopro tão lento
E tão perdidas
De tão esquecidas
Contam histórias
Serão memórias?
Porque as ditas, sabendo o que sabes
Porque não inspiram confiança,
E muito menos
Mudança?
Não sinto
Não oiço
Não minto
Acredito no que sinto
O que sinto é mudo
Escuto o que acredito
Pois tudo o resto é surdo.
São em vão
Frias … sem perdão.
Voam com o vento
Esse sopro tão lento
E tão perdidas
De tão esquecidas
Contam histórias
Serão memórias?
Porque as ditas, sabendo o que sabes
Porque não inspiram confiança,
E muito menos
Mudança?
Não sinto
Não oiço
Não minto
Acredito no que sinto
O que sinto é mudo
Escuto o que acredito
Pois tudo o resto é surdo.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O Meu Caminho.
Lembranças e memórias
Tão vagas quanto a solidão
Nada mais posso dizer
Sei que tudo será em vão
Liberto-me deste mundo
Desta inocente escuridão
Deixo a porta bater
Sem regressar nesta ilusão
Não mais quero perder
Sentir ou fazer esquecer
As coisas são o que são
Fugir faz-me sentir
Querer perdoar ou regredir
Lamento o que não fiz
Mas hoje parto sem destino
Nego o que posso esperar
Ou mesmo o que posso relembrar
Cansada e sonhadora
Assim continuarei a andar
Serei levada pela corrente
Que me fará seguir e amar
Nada mais importa, somente a minha alma
Farta de canções de amor
Que de tudo, não valem nada
Porei a minha vida na minha mão
O meu caminho será sempre meu
E a história assim me compete
Pois nada mais será
Do que o meu próprio coração.
Tão vagas quanto a solidão
Nada mais posso dizer
Sei que tudo será em vão
Liberto-me deste mundo
Desta inocente escuridão
Deixo a porta bater
Sem regressar nesta ilusão
Não mais quero perder
Sentir ou fazer esquecer
As coisas são o que são
Fugir faz-me sentir
Querer perdoar ou regredir
Lamento o que não fiz
Mas hoje parto sem destino
Nego o que posso esperar
Ou mesmo o que posso relembrar
Cansada e sonhadora
Assim continuarei a andar
Serei levada pela corrente
Que me fará seguir e amar
Nada mais importa, somente a minha alma
Farta de canções de amor
Que de tudo, não valem nada
Porei a minha vida na minha mão
O meu caminho será sempre meu
E a história assim me compete
Pois nada mais será
Do que o meu próprio coração.
sábado, 14 de maio de 2011
Desejo.
Não sei o que fazer
O que tentar ou perceber
Sentir-me perto da verdade
E tão mais da vontade
Caminho sozinha,
Caminho sem destino
Tão perdido quanto eu
O pensamento de cada passo
Traçar tudo o que faço
Não sei o que dizer
A rota marca a consciência
Sinto-me esquecida,
Lanço os dados em vão
Procuro uma razão
Que me faça abandonar
O desejo que incessantemente permaneceu
Dentro do meu coração.
O que tentar ou perceber
Sentir-me perto da verdade
E tão mais da vontade
Caminho sozinha,
Caminho sem destino
Tão perdido quanto eu
O pensamento de cada passo
Traçar tudo o que faço
Não sei o que dizer
A rota marca a consciência
Sinto-me esquecida,
Lanço os dados em vão
Procuro uma razão
Que me faça abandonar
O desejo que incessantemente permaneceu
Dentro do meu coração.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Com Um Só Beijo.
Juro que te amo
Saberei mais dize-lo?
A longa e curta vontade
A constante duvida banida
De toda e qualquer verdade
Juro que te quero
Que mais posso fazer?
Nem a chuva nem o Sol
Me farão, a ti, esquecer
Juro que te vejo
No próximo sonho vazio
Que me esconde na mão
Tão quente, mas frio
Sentir-me-ás na neblina
Que esconde o que sentimos e somos?
Quem serás tu para me dizer
O que posso sentir e perder?
Não fujo da verdade, mas sim da ilusão
Dói-me saber que és tu
Em noites frias assim te desejo
Longe do que posso, assim permaneço
Assim me despeço
Com um só beijo.
Saberei mais dize-lo?
A longa e curta vontade
A constante duvida banida
De toda e qualquer verdade
Juro que te quero
Que mais posso fazer?
Nem a chuva nem o Sol
Me farão, a ti, esquecer
Juro que te vejo
No próximo sonho vazio
Que me esconde na mão
Tão quente, mas frio
Sentir-me-ás na neblina
Que esconde o que sentimos e somos?
Quem serás tu para me dizer
O que posso sentir e perder?
Não fujo da verdade, mas sim da ilusão
Dói-me saber que és tu
Em noites frias assim te desejo
Longe do que posso, assim permaneço
Assim me despeço
Com um só beijo.
Assinar:
Postagens (Atom)