Ainda te recordas?
Quando o mundo era demasiado pequeno para nós
Quando o que tínhamos não chegava
Quando tu me dizias que me amavas.
Ainda consegues relembrar?
Os momentos passados sem cansaço
Os beijos dados sem nunca esperar
As noites quentes a teu lado
Quando tudo fazia sentido
E nada era Passado
Lembras-me quando te recordo
Ainda vives quando durmo
Reapareces quando sonho
Ainda nos imaginas nesse pequeno canto?
Num recobro, num espaço só nosso
Amo-te mais do que posso
E a despedida será sempre despedida
Foges como podes, escondes-te
Ainda te lembras de mim?
domingo, 27 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Sou e Serei Criança.
Sou e serei criança
Serei sempre humilde de esperança
Sonho acordar um dia
Ver-me a mim dentro de uma lembrança
Sou e serei criança
Escondida entre cada momento
Não pensando no sentimento
Que me faz sofrer, mais tarde, por dentro
Sou e serei criança
Vivendo num mundo imaginário
Sempre querendo o contrário
E cavando brinquedos perdidos
Como quem nunca olhou para o mar
Sou e serei criança
Em cada olhar estará essa presença
Essa forma de ser amada
Mais um caminho
Numa breve jornada.
Serei sempre humilde de esperança
Sonho acordar um dia
Ver-me a mim dentro de uma lembrança
Sou e serei criança
Escondida entre cada momento
Não pensando no sentimento
Que me faz sofrer, mais tarde, por dentro
Sou e serei criança
Vivendo num mundo imaginário
Sempre querendo o contrário
E cavando brinquedos perdidos
Como quem nunca olhou para o mar
Sou e serei criança
Em cada olhar estará essa presença
Essa forma de ser amada
Mais um caminho
Numa breve jornada.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Amo-te.
Espalho as tuas palavras no meu pensamento
Ainda que memórias, padecendo
Escrevo o teu nome nas histórias do meu passado
Lembro-me de ti, como um dia relembrado
A saudade do teu cheiro, do teu carinho
O que não morreu pelo mesmo caminho
O teu beijo na face, o teu olhar perdido
Mas nunca esquecido
O sonho tornado realidade, mas nunca a verdade
Ainda te quero e sinto, ainda te desejo
Num simples cruzar, ainda tremo
Finjo que não te vejo, com a esperança
De um dia te esquecer
Choro nostalgia e volto a nascer
Porque um dia, sei que te vou perder
Fala-me de contos
Falar-te-ei de momentos
Como me sinto esquecida
Amo-te, não um dia
Mas o resto da minha vida.
Ainda que memórias, padecendo
Escrevo o teu nome nas histórias do meu passado
Lembro-me de ti, como um dia relembrado
A saudade do teu cheiro, do teu carinho
O que não morreu pelo mesmo caminho
O teu beijo na face, o teu olhar perdido
Mas nunca esquecido
O sonho tornado realidade, mas nunca a verdade
Ainda te quero e sinto, ainda te desejo
Num simples cruzar, ainda tremo
Finjo que não te vejo, com a esperança
De um dia te esquecer
Choro nostalgia e volto a nascer
Porque um dia, sei que te vou perder
Fala-me de contos
Falar-te-ei de momentos
Como me sinto esquecida
Amo-te, não um dia
Mas o resto da minha vida.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Eu fiz, faço e farei.
"Eu,
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
Tentei substituir pessoas insubestituíveis
E esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas
Que nunca pensei poderem decepcionar-me
Mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
Já me ri quando não podia,
Fiz amigos eternos,
Amei e fui amada,
Mas também já fui rejeitada,
Fui amada e não amei.
Já gritei e saltei de com enorme felicidade,
Vivi um amor inesquecível,
Fui magoada muitas vezes!
Já chorei a ouvir música
E a ver fotos
Já liguei só pra ouvir uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade
Já tive medo de perder alguém especial.
Mas vivi! E ainda vivo!
Não passo pela vida...
O melhor é ir à luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E a vida é muito importante
Para ser insignificante."
(texto modificado)
Por: Desconhecido
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
Tentei substituir pessoas insubestituíveis
E esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas
Que nunca pensei poderem decepcionar-me
Mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
Já me ri quando não podia,
Fiz amigos eternos,
Amei e fui amada,
Mas também já fui rejeitada,
Fui amada e não amei.
Já gritei e saltei de com enorme felicidade,
Vivi um amor inesquecível,
Fui magoada muitas vezes!
Já chorei a ouvir música
E a ver fotos
Já liguei só pra ouvir uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade
Já tive medo de perder alguém especial.
Mas vivi! E ainda vivo!
Não passo pela vida...
O melhor é ir à luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E a vida é muito importante
Para ser insignificante."
(texto modificado)
Por: Desconhecido
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Loucura.
Uma força que nos suporta
Como um impulso rasgado
Sentimo-nos potentes, vivos
Com a nossa loucura
Amor e desgosto
Como por um encosto
Situado nalguma rua
E prevenimo-nos de imediato
Servimos mais um pouco
De pura ignorância
E damos valor à distância
Como um silêncio apagado
Sorrimos e sentimos
Amamos e perdoamos
Esperamos quem desejamos
Queremos quem mais amamos.
Como um impulso rasgado
Sentimo-nos potentes, vivos
Com a nossa loucura
Amor e desgosto
Como por um encosto
Situado nalguma rua
E prevenimo-nos de imediato
Servimos mais um pouco
De pura ignorância
E damos valor à distância
Como um silêncio apagado
Sorrimos e sentimos
Amamos e perdoamos
Esperamos quem desejamos
Queremos quem mais amamos.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Que a força do Medo seja a Força do Sentir.
"Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste.
Que o homem que eu amo seja sempre amado, mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta a uma mulher inundada de sentimento.
Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço,
Que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância.
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei..
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba, e que ninguém a tente
Complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a platéia e a outra metade, a canção.
E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade...também."
Por: www.templodapoesia.hpg.com.br/metade.htm
Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste.
Que o homem que eu amo seja sempre amado, mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta a uma mulher inundada de sentimento.
Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço,
Que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância.
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei..
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba, e que ninguém a tente
Complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a platéia e a outra metade, a canção.
E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade...também."
Por: www.templodapoesia.hpg.com.br/metade.htm
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Caminhante.
Que os ventos me levem para onde mais sopram
Que as instáveis ondas do mar naveguem para o mais fundo horizonte
Que o Sol brilhe ainda mais
E que a Lua o acompanhe
Que os dias passem e as noites permaneçam
Que as vontades nunca se vão
Assim como os desejos do coração
Que o amor se consiga para lá do impossível
Que eu chegue ao topo e possa subir ainda mais
E quando chegar, ainda mais poder subir
Que as manhãs se transformem num anoitecer
Que o céu se abra e que a janela nunca se feche
Que a minha alma cansada nunca se canse
Ou desista
Que os sonhos atravessem os possíveis
E que as ilusões permaneçam ilusões
Que um abraço possa significar tudo e todos
Que um amigo seja sempre um companheiro
E que uma pessoa seja sempre mais um caminho
Que as portas permaneçam entreabertas
Para quando assim partir, ter mais por onde escolher
Para que nunca me perca, onde eu estiver
Que assim eu consiga alcançar o que nunca alcancei
E que, com lágrimas nos olhos, agradeça onde cheguei
Que o fruto da minha inspiração nunca desapareça
Que a minha alma nunca padeça
E se assim for, se levante sem medo ou pavor
Que os meus olhos consigam visualizar e observar
Consigam ver e talvez esquecer
Sou uma caminhante errante entre um caminho distante
Vou levar a minha vida
Vou leva-la avante…
Que as instáveis ondas do mar naveguem para o mais fundo horizonte
Que o Sol brilhe ainda mais
E que a Lua o acompanhe
Que os dias passem e as noites permaneçam
Que as vontades nunca se vão
Assim como os desejos do coração
Que o amor se consiga para lá do impossível
Que eu chegue ao topo e possa subir ainda mais
E quando chegar, ainda mais poder subir
Que as manhãs se transformem num anoitecer
Que o céu se abra e que a janela nunca se feche
Que a minha alma cansada nunca se canse
Ou desista
Que os sonhos atravessem os possíveis
E que as ilusões permaneçam ilusões
Que um abraço possa significar tudo e todos
Que um amigo seja sempre um companheiro
E que uma pessoa seja sempre mais um caminho
Que as portas permaneçam entreabertas
Para quando assim partir, ter mais por onde escolher
Para que nunca me perca, onde eu estiver
Que assim eu consiga alcançar o que nunca alcancei
E que, com lágrimas nos olhos, agradeça onde cheguei
Que o fruto da minha inspiração nunca desapareça
Que a minha alma nunca padeça
E se assim for, se levante sem medo ou pavor
Que os meus olhos consigam visualizar e observar
Consigam ver e talvez esquecer
Sou uma caminhante errante entre um caminho distante
Vou levar a minha vida
Vou leva-la avante…
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Divergência.
É o espaço e a distância
Entre a pura ignorância
É o tempo perdido e esquecido
Que nunca mais pôde ser reerguido
É a mágoa e a tristeza
Onde nunca houve certeza
E o sentimento vem e volta
Não mais quer ficar
Talvez nunca me abandonar
E o que venho a sentir
E o que vem a persistir
É o que continuo a imaginar
E nunca querer largar
Choro e sorrio
E vou avançar.
Entre a pura ignorância
É o tempo perdido e esquecido
Que nunca mais pôde ser reerguido
É a mágoa e a tristeza
Onde nunca houve certeza
E o sentimento vem e volta
Não mais quer ficar
Talvez nunca me abandonar
E o que venho a sentir
E o que vem a persistir
É o que continuo a imaginar
E nunca querer largar
Choro e sorrio
E vou avançar.
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