quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Oh, mar!


Oh mar, atira-me o teu sal
Deixa-mo sentir na pele, sabor das conchas
Oh, aquelas que foram e não voltam
Aquelas que a saudade apanhou
Mas que hoje voam
Oh mar, atira-me o teu mundo vivo
Pois mantém-me viva a mim
Mesmo que esse mar fique
Não ficarei eu assim
Oh mar, atira-me essa pureza
Esse dom de beleza
Que guardas dentro de ti.

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