I can’t realize what you did to me
Was it faith or destiny?
Now I just ask you “stay with me”
Maybe someday we’ll find our way
Through paths we both share
But for now I want you to know
It’s with you I wanna go
Far longer than forever
I’m sorry for the bad words
It’s hurting you what it hurts the most
The way I want you, the way I think of you
Makes me smile, makes me desire
You give me little drops of heaven
I just hope you feel the same
Part of my heart, part of my soul
You’re my own little world
I hope to embrace forever
You shine through your eyes
Your smile heats me every day'n'night
Because love is a gift
A story to tell, to live
And my heart can’t stand one night
Without listening your tales
Loving you will be always
Loving you will be forever.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Paciência.
Já não tenho paciência. Paciência para situações tão pequenas, tão indiferentes. Para pessoas sem valor e sem bases ou pernas para se apoiarem. Esgotei a paciência para pormenores, para pequenas formigas. Paciência para ficar à espera que algo aconteça, quando tenho plena consciência que nada vai acontecer. Paciência para continuar a insistir naquilo que nem importância merece ou para aquilo que nem vale o tempo perdido. Perdi a minha paciência, para coisas sem riqueza, sem espírito ou alma. Não me vou preocupar ou tentar entender aquilo que para mim não faz sentido. Esgotei as palavras, as teorias ou práticas. É tão simples quanto apagar ou desintegrar. Perdi a paciência para margens exageradas, para desentendimentos mais do que entendidos. Abro os olhos para aquilo que me guia, que me faz sentir viva. Tudo o resto, é conversa. Tudo o resto, assim passa e volta a passar. Ao lado, por cima, por baixo. Não na minha direcção. Perdi a paciência para pequenas futilidades e controvérsias. Não me vou, não me quero chatear. Tudo acontece e desaparece. Não me vou mais preocupar com novas maneiras de me provocar dores de cabeça. Essas chegam naturalmente. Não me quero deixar levar, quero pensar e duvidar. Mas sem paciência para quando algo me abalar. Abala-me, afasto-me, pois assim perdi a paciência. Sei que existe quem mereça, sei que existe alguém ou algo por quem lutar. Mas gestos sentem-se e assim me sento, reflectindo, até que ponto me deverei importar. Já não tenho paciência para a paciência que em tempos tomou o meu lugar.
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