Jurar uma palavra
Confiando num longo caminho
Sempre visto de fora
Quase sempre sozinho
Abanando a bonança
Que assim pôde encontrar
Desafiando o futuro
Para onde possa prometer
Quando puder confiar
Chorar palavras soltas
E por dentro, nunca acreditar
Lembrar o que por ti sofro
Ou esquecer e voltar a andar
Nem eu sou assim tão forte
Que não precise de partilhar
Sinto por fora o calor
Mas por dentro
Gelo o coração
De tanto te desejar
De tantas maneiras vivi
De quantas palavras menti
Foram longas as noites
Que confiei no teu coração
Que esperei por ti
E com tantas frases quebradas
E de estradas abandonadas
Por dentro confio
Mas de nada sabe a confiança
Pois toda a esperança
Me pôde abandonar
Para um dia mais tarde
Te poder voltar a amar.
segunda-feira, 28 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Tudo Pode Encontrar.
Sonhei andar perdida
Por vezes esquecida
Sem nunca me encontrar
Como uma lembrança de alguém
Como um olhar de ninguém
Andei por essa estrada
Cheia de razão e de nada
Com tudo na minha vida
Sonhei poder correr
Ver até onde os ventos me podiam levar
E se a meio caminho, me largavam
Me esqueciam e me abandonavam
Ouvi esse sopro
Essa hipótese de sonhar mais alto
E no momento inesperado
Criei algo mais doce
Eram memórias distantes
De sonhos passados
Sonharia eu com alguém
Ainda que fosse para além
Dos meus desejos mais procurados
Troquei as lágrimas por sorrisos
As recaídas por avisos
Não mais voltarei a procurar
Pois nada procura o amor
E o amor tudo pode encontrar.
Por vezes esquecida
Sem nunca me encontrar
Como uma lembrança de alguém
Como um olhar de ninguém
Andei por essa estrada
Cheia de razão e de nada
Com tudo na minha vida
Sonhei poder correr
Ver até onde os ventos me podiam levar
E se a meio caminho, me largavam
Me esqueciam e me abandonavam
Ouvi esse sopro
Essa hipótese de sonhar mais alto
E no momento inesperado
Criei algo mais doce
Eram memórias distantes
De sonhos passados
Sonharia eu com alguém
Ainda que fosse para além
Dos meus desejos mais procurados
Troquei as lágrimas por sorrisos
As recaídas por avisos
Não mais voltarei a procurar
Pois nada procura o amor
E o amor tudo pode encontrar.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Esquecer-te.
Frieza que desvanece
Como que uma bola de neve
A força que já não existe
E o sentimento que persiste
Amanhã serei eu
Outro dia serias tu
Calma e serenidade
Quanto a força de liberdade
A corrente que se parte
Sem qualquer força por dentro
A partida de um embate
Como que num barco navegando
E assim naufragando
Assim como a tua lealdade
Juras de amor eterno
Mentir a palavras ditas
Como um fogo extremo
Noites quebradas pela luz da Lua
Fortes ruídos que ouvi
Dentro da tua casa, na nossa rua
Hoje desapareces
Desvaneces tão esquecido
Ainda sinto por ti
O que por mais vezes
Sentia tão perdido.
Como que uma bola de neve
A força que já não existe
E o sentimento que persiste
Amanhã serei eu
Outro dia serias tu
Calma e serenidade
Quanto a força de liberdade
A corrente que se parte
Sem qualquer força por dentro
A partida de um embate
Como que num barco navegando
E assim naufragando
Assim como a tua lealdade
Juras de amor eterno
Mentir a palavras ditas
Como um fogo extremo
Noites quebradas pela luz da Lua
Fortes ruídos que ouvi
Dentro da tua casa, na nossa rua
Hoje desapareces
Desvaneces tão esquecido
Ainda sinto por ti
O que por mais vezes
Sentia tão perdido.
terça-feira, 22 de março de 2011
Pai.
És a luz dos nossos olhos
A nossa alma quando perdida
Que quando o coração bate
Nunca está esquecida
És a nossa música
O nosso timbre, o nosso ritmo
A nossa forma de ouvir
Que dá asas a uma nova forma de sentir
Sabes o que sabes
Sabes o que sabemos
Sabemos como sabes
Que nunca te esqueceremos
Sonhamos mais alto
E mais alto te encontras
Serás sempre o nosso guia
A nossa maior forma de alegria
Ensinaste-nos a verdade
Juraste-nos lealdade
Sentimos a tua falta
Esperamos a tua presença
E a ti te prometemos
Que por muito tempo que passe
Para sempre, amar-te-emos.
A nossa alma quando perdida
Que quando o coração bate
Nunca está esquecida
És a nossa música
O nosso timbre, o nosso ritmo
A nossa forma de ouvir
Que dá asas a uma nova forma de sentir
Sabes o que sabes
Sabes o que sabemos
Sabemos como sabes
Que nunca te esqueceremos
Sonhamos mais alto
E mais alto te encontras
Serás sempre o nosso guia
A nossa maior forma de alegria
Ensinaste-nos a verdade
Juraste-nos lealdade
Sentimos a tua falta
Esperamos a tua presença
E a ti te prometemos
Que por muito tempo que passe
Para sempre, amar-te-emos.
O que Fomos e o que Seriamos.
Sei que por amor falhei
Por sonhos arrisquei
Por amizade dediquei
E por verdade abdiquei
Falei mais alto e gritei mais longe
Fingi ser o que não fui
Escorreguei e voltei a cair
Pintei algo sempre a sorrir
Virei costas ao passado sem nunca partir
Agarrei tantas oportunidades
Que me podiam fugir
Larguei tudo para me esconder
De tudo aquilo que me podia magoar
E de tudo aquilo que me fez sofrer
Assim se formaram as certezas
Formadas de muita vontade
Levadas as inocências
Reveladas pela verdade
Nos sonhos mais vividos
E nos desejos mais esquecidos
Vejo-te a ti em mim
Nos meus pensamentos mais temidos
Levo de nós a lembrança
De um dia poder recordar
O quanto te quero e te quis
O quanto ainda te poderia amar.
Por sonhos arrisquei
Por amizade dediquei
E por verdade abdiquei
Falei mais alto e gritei mais longe
Fingi ser o que não fui
Escorreguei e voltei a cair
Pintei algo sempre a sorrir
Virei costas ao passado sem nunca partir
Agarrei tantas oportunidades
Que me podiam fugir
Larguei tudo para me esconder
De tudo aquilo que me podia magoar
E de tudo aquilo que me fez sofrer
Assim se formaram as certezas
Formadas de muita vontade
Levadas as inocências
Reveladas pela verdade
Nos sonhos mais vividos
E nos desejos mais esquecidos
Vejo-te a ti em mim
Nos meus pensamentos mais temidos
Levo de nós a lembrança
De um dia poder recordar
O quanto te quero e te quis
O quanto ainda te poderia amar.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Os Tempos que Foram.
Simples é ver
O quanto podemos perder
Sonhando mais alto
Difícil é esquecer
Quem nos amou
E nos fez sentir amados
Entrega é a lembrança
De um remorso esquecido
Como que um pano de vidro
Descansando na bonança
Falar é supor
Partilhar as ideias e descobrir o calor
Acreditar e prejudicar
Quem nos lançou antes esse olhar
Fora as noites miséria
Que te transformaram
Os tempos passados
Os tempos esquecidos
Nos quais sonhei e gritei
Como tempos perdidos.
O quanto podemos perder
Sonhando mais alto
Difícil é esquecer
Quem nos amou
E nos fez sentir amados
Entrega é a lembrança
De um remorso esquecido
Como que um pano de vidro
Descansando na bonança
Falar é supor
Partilhar as ideias e descobrir o calor
Acreditar e prejudicar
Quem nos lançou antes esse olhar
Fora as noites miséria
Que te transformaram
Os tempos passados
Os tempos esquecidos
Nos quais sonhei e gritei
Como tempos perdidos.
terça-feira, 8 de março de 2011
Somos Nós.
Somos nós
A entrada sem fundo
Com caminhos sem margem
Feitos de vida e miragem
Onde tudo é paisagem
Somos perfeitos e direitos
Somos mágoa com defeitos
Sentimos na nossa alma
Mas nunca com a mesma calma
Somos feitos de mexericos
De anedotas e namoricos
Somos sangue de ninguém
Pessoa de quem?
Feitos de amor e saudade
Aspiramos liberdade
Nunca queremos e nunca podemos
E aí, então, o fazemos
Somos feitos de bondade
E assim crescemos
Somos um ser que se afoga
Sobe e volta à memória
Com os pés rasgados
Vivemos intensamente
Como um barco na corrente
Pois metade de nós é ouro
E outra nunca mente
Parte de nós muda
A outra manter-se-à permanente.
A entrada sem fundo
Com caminhos sem margem
Feitos de vida e miragem
Onde tudo é paisagem
Somos perfeitos e direitos
Somos mágoa com defeitos
Sentimos na nossa alma
Mas nunca com a mesma calma
Somos feitos de mexericos
De anedotas e namoricos
Somos sangue de ninguém
Pessoa de quem?
Feitos de amor e saudade
Aspiramos liberdade
Nunca queremos e nunca podemos
E aí, então, o fazemos
Somos feitos de bondade
E assim crescemos
Somos um ser que se afoga
Sobe e volta à memória
Com os pés rasgados
Vivemos intensamente
Como um barco na corrente
Pois metade de nós é ouro
E outra nunca mente
Parte de nós muda
A outra manter-se-à permanente.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Partir.
Chorei no teu ombro
As lágrimas não correram
Deitei-as no rio mais perto
E aí desaguaram...e morreram,
Chorei na tua face
Sentia-me tão segura
Sei que procuro contigo
Algo que ninguém mais procura,
Chorei na tua mão
Chorei sem perdão
Nunca antes perdoada
De pertencer ao teu coração,
Chorei no teu peito
Como sinal de respeito
Para me sentir amada
Como nunca ninguém me amou,
Parto agora pela estrada
Que, tão longe e magoada,
O vento viu e levou.
As lágrimas não correram
Deitei-as no rio mais perto
E aí desaguaram...e morreram,
Chorei na tua face
Sentia-me tão segura
Sei que procuro contigo
Algo que ninguém mais procura,
Chorei na tua mão
Chorei sem perdão
Nunca antes perdoada
De pertencer ao teu coração,
Chorei no teu peito
Como sinal de respeito
Para me sentir amada
Como nunca ninguém me amou,
Parto agora pela estrada
Que, tão longe e magoada,
O vento viu e levou.
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