Uma noite de Natal
A saudade que cai com a neve
E se derrete com o coração
Uma montanha de chocolate quente
Com uma caneca de um manto branco
E então, Feliz Natal
Para mim e para os meus
Para ti e para os teus
É quando comparamos o brilho das luzes
Com o brilho dos olhos dessas crianças
E assim cantamos
Comemos do salgado bacalhau
E do peru, nas horas precedentes
E distribuímos presentes
Sabe-nos bem esse Natal
Paz e segredo de amor
É uma noite calma
De afeição
Um noite onde não existe negação
Apenas uma expressão
De sorriso, bem aberto
E de presença, talvez discreto
Um bom natal
E um ano novo tão perto.
domingo, 20 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Na Tua Alma.
Pelos mares sombrios
Pela noite calma
Eu vivo em ti
Na tua alma
E esse luar
Onde iria dar
O teu olhar
Na tua alma…
Fico à espera que algo aconteça
À espera de um lugar
Um lugar para ambos nos sentirmos
No mesmo respirar
Saber que estás comigo
Saber que estás em mim
Faz-me sentir,
Assim,
Na tua alma.
Pela noite calma
Eu vivo em ti
Na tua alma
E esse luar
Onde iria dar
O teu olhar
Na tua alma…
Fico à espera que algo aconteça
À espera de um lugar
Um lugar para ambos nos sentirmos
No mesmo respirar
Saber que estás comigo
Saber que estás em mim
Faz-me sentir,
Assim,
Na tua alma.
domingo, 22 de novembro de 2009
Mãe...
Dizem que o carinho de uma pessoa têm limites
Dizem que a paciência tem limites
Dizem que uma relação depois de muitos anos tem limites
Mas há uma pessoa que não os tem
Essa pessoa é a nossa Mãe
A pessoa que tem o nosso coração guardado
Extremamente bem fechado
E nunca nos olha de lado
Para ela, nada é indiferente
Em qualquer caso, é tão paciente
Os beijos macios de Bom Dia que todos os dias te damos
Os abraços tão apertados que até de alegria saltamos
As zangas tão grandes que temos
Mas que a Mãe perdoa-nos
Choro, mas as lágrimas não me caem
Caem sim em tua face Mãe…
Deixa-mas limpar com um sorriso
Pois parte da minha felicidade, depende da tua, Mãe
Tu tens a alma tão pura
Sentes o frio que me gela
Ou o calor que me aquece
És aquela que me conta histórias de encantar
És aquela que nunca me esquece
Juras-me lealdade
Juras-te verdade
És tão bonita
Basta olhar para ti que toda a gente acredita!
Mãe,
Não sei descrever quanto te amo
Nunca conseguirei, nem quero conseguir
Pois terás de contar todas as vezes
Que eu contigo consigo sorrir
Mãe,
A tua alma dividiu-se em dois
Primeiro uma menina, um rapaz depois
Mas aos dois consegues agradar
Consegues descobrir, em todas as situações, qual o teu lugar
Dizes Sim, dizes Não
Mas nunca me tentes recusar
A entrada no teu coração.
Dizem que a paciência tem limites
Dizem que uma relação depois de muitos anos tem limites
Mas há uma pessoa que não os tem
Essa pessoa é a nossa Mãe
A pessoa que tem o nosso coração guardado
Extremamente bem fechado
E nunca nos olha de lado
Para ela, nada é indiferente
Em qualquer caso, é tão paciente
Os beijos macios de Bom Dia que todos os dias te damos
Os abraços tão apertados que até de alegria saltamos
As zangas tão grandes que temos
Mas que a Mãe perdoa-nos
Choro, mas as lágrimas não me caem
Caem sim em tua face Mãe…
Deixa-mas limpar com um sorriso
Pois parte da minha felicidade, depende da tua, Mãe
Tu tens a alma tão pura
Sentes o frio que me gela
Ou o calor que me aquece
És aquela que me conta histórias de encantar
És aquela que nunca me esquece
Juras-me lealdade
Juras-te verdade
És tão bonita
Basta olhar para ti que toda a gente acredita!
Mãe,
Não sei descrever quanto te amo
Nunca conseguirei, nem quero conseguir
Pois terás de contar todas as vezes
Que eu contigo consigo sorrir
Mãe,
A tua alma dividiu-se em dois
Primeiro uma menina, um rapaz depois
Mas aos dois consegues agradar
Consegues descobrir, em todas as situações, qual o teu lugar
Dizes Sim, dizes Não
Mas nunca me tentes recusar
A entrada no teu coração.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Veneno.
Uma gota amarga
Um pingo de nada?
Infiltra-se na respiração
Devora o coração
E a traição vem, então...
Porque o produzo?
Porque o seduzo?
Vem veneno, até mim
Mostra-me como é sofrer até ao fim
Compaixão e tristeza
Puros por natureza
Mas esse veneno que me persegue
Traz-me a devoração
De gente sem perdão!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Botões de Rosa.
Aqueles botões de rosa
Brilham quando sol lhes bate
São tão fortes e belos
Não ha tristeza que os mate.
São botões de compaixão
Oh, cores da minha paixão
Dá-me um beijo no meu pescoço
Segura a minha mão
Mas fiquem bem claros
Que só eu os amo assim
São tão puros como sonhos
São tão belos como jardins
Botões de tanta alma
De tanta ausência
Botões da minha calma
Da minha paciência
São botões da saudade
De momentos de dor
São botões de amizade
Se surgiram num amor...
domingo, 4 de outubro de 2009
Pintei.
Peguei numa tela branca
Comecei a pintar a vida
Desenhei rostos,
Desenhei um momento,
Mas acabou por descolorar o sentimento
Pintei superficialmente
Mas não resultava, continuava
Era a cor a escorrer
Como lágrimas de nuvens
De algodão?
O pincel caiu sobre os meus dedos
Agarreio-o, que ternura
Molhei-o de amor
Então pintei um sorriso
E nada mais foi preciso
Por cada folha.
Caso não saibam ainda, sou uma grande apreciadora de poemas. E mais, adoro escrevê-los. Por isso, aqui vos mando o meu primeiro poema postado. Espero que gostem e possam escrever uma ou duas palavrinhas a dizer o que acham. Obrigado.
Por cada folha
Um sopro
Um caminho
Um ombro
Por cada folha
Um livro
Uma poesia
Uma tentativa
Por cada folha
Uma aventura
Uma ideia
Um privilégio
Por cada folha
Há muito que eu escolha
Por cada folha
Um sopro
Um caminho
Um ombro
Por cada folha
Um livro
Uma poesia
Uma tentativa
Por cada folha
Uma aventura
Uma ideia
Um privilégio
Por cada folha
Há muito que eu escolha
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